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terça-feira, 20 de agosto de 2013

CUIABA VIDA e MORTE DE UM RIO

CUIABA VIDA e MORTE DE UM RIO

 
Cuiabá, vida e morte de um rio
FONTE: http://diariodecuiaba.com.br/especial2.php?cod=4

É de água que um rio é feito. É de água que hoje enchem-se os olhos de moradores ribeirinhos do Cuiabá. Lágrimas que até o ano passado existiam, mas não eram tão expressivas. Desmatamento, esgoto e dragas são um problema antigo na Baixada Cuiabana, conforme demonstram estudos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), mas agora o copo transbordou. A Usina de Manso chegou e os pescadores estão afogados em desilusão.

Talvez pela proximidade do rio, os ribeirinhos sejam os primeiros a sentir os reflexos de tanta agressão ambiental. Em pouco tempo comparar o até então caudaloso Cuiabá com o Tietê, de São Paulo, não será exagero. Assim como hoje consideramos privilegiados aqueles primeiros bandeirantes, que há três séculos conheceram águas transparentes e matas ciliares densas, seremos em breve privilegiados, também, por já termos visto pescadores com linha e anzol nas mãos.

O Diário de Cuiabá não poderia fechar os olhos para esta realidade. Por isso, nossos repórteres foram em busca de explicações. O que têm a dizer os ribeirinhos que não são ouvidos por autoridades de nenhum escalão? Do conhecimento natural ao científico, ouvimos especialistas. Na mesma escala, pesquisadores estão revoltados. E respostas dos que são oficialmente responsáveis também estão aqui. Cabe a você analisar.

Para a confecção deste suplemento foram ouvidas pelos repórteres Gibran Lachowisk, Joanice Pierini Loureiro e Rodrigo Vargas cerca de 30 pessoas. A partir de hoje todo este conteúdo estará no site www.diariodecuiaba.com.br para que internautas do mundo todo possam saber o que está acontecendo no centro da América do Sul. Na página da internet, um espaço para comentários aguarda a sua opinião.

Nossas lentes fotográficas também trabalharam na confecção deste suplemento. A foto escolhida para a capa do caderno, de um pescador com um curimbatá nas mãos, mostra um peixe de pequeno tamanho. Espécies como o pintado, pacu ou dourado são cada mais raras no rio Cuiabá.


CLIK  ABAIXO E VEJAM MUITO MAIS 


O eterno protagonista da História
Degradação do meio ambiente muda manifestações culturais
Navegação fez crescer o comércio no século 19
Dezenove afluentes já estão mortos
Metade da mata ciliar foi extinta
Pesquisa revela que pescadores são mal-tratados
Seminário debate propostas para políticas pesqueiras
Prática é passada de pais para filhos há mais de 30 anos
Comunidades traduzem hábitos tradicionais
Gera fomenta discussões ambientais e culturais
Ribeirinhos não conhecem leis
Biólogo teme por reprodução de peixes
Esgoto sem tratamento ainda é o maior desafio no Cuiabá
Peixes do Manso representavam 30% da ictiofauna do Pantanal
Qualidade da água é contestável
37 dragas funcionam ‘mas não prejudicam’
Projeto revitaliza córregos do Cuiabá
Dragueiros também reclamam da Usina de Manso
Usina hidrelétrica ameaça futuro
Depleção do nível começou ainda na década de setenta
Ambientalistas consideraram audiência pública uma farsa

A Cara de Cuiabá

A Cara de Cuiabá

No dia em que a capital do Estado comemora 281 anos, o Diário traz o resultado de uma pesquisa que procurou sintetizar em números – uma tarefa ingrata, diga-se – a imagem que a cidade faz de si própria. A missão de descobrir qual é a “Cara de Cuiabá” ficou por conta do instituto UP-Unidade de Pesquisa, que entre os dias 20 e 22 de março entrevistou 990 pessoas de todas as idades, classes e grau de instrução.

Os resultados, que o leitor poderá acompanhar nas próximas 11 páginas, confirmam as expectativas em alguns casos, causam surpresas em outros e alimentam a controvérsia em todos.

Qual o dom-bosquino que não se sentirá traído de morte ao descobrir que o time que melhor representa a cidade é o arqui-rival Mixto Esporte Clube? Pois saiba o leitor, alvi-celeste ou não, que a agremiação da Getúlio Vargas é para 46,4% da população a equipe que mais se “parece” com a capital.

Sobre a identificação do cuiabano com São Benedito, eleito o santo que é a “Cara de Cuiabá”, parece não pairar dúvidas. Só mesmo os 60,6% de preferência explicam a devoção e disposição dos fiéis, que madrugam todas as terças-feiras para assistir à missa na igreja que leva seu nome. Sua festa, que acontece anualmente entre junho e julho, também beira a unanimidade – 67,6%, o maior índice de toda a pesquisa.

Pode-se dizer que o Caderno Especial de Cidades nesse aniversário também faz uma viagem pelo passado de Cuiabá, percorrendo as ruas do Porto ou passeando pelo antigo Mercado do Peixe. Ambos colocados em primeiro lugar pelos entrevistados.

Se é sobre o passado que se fala, volte o leitor ao início da década de 80, mais precisamente às ruas de São Paulo. Ali é possível ver uma menina correndo descalça. Foi assim que Jorilda Sabino – na opinião de 36,4% da população, a esportista que tem a “Cara de Cuiabá” – avançou em direção ao carinho do público. Hoje com 30 anos, a “Cinderela Negra” se emociona com a lembrança, embora já nem more mais na cidade. “Sinto falta do carinho do povo cuiabano”, diz ela, que hoje vive com o marido e os filhos em Corumbá (MS). “Espero voltar um dia”. 



VEJAM MAIS NOS LINKS ABAIXO 


COMIDA - A saborosa mistura de peixe e mandioca
BEBIDA - Dá energia, tira fome e prolonga vida
Lenda diz que planta nasceu após morte de Cereçaporanga
RUA - Marcos da história e do dia-a-dia
PERSONALIDADE - Do sacerdócio para o colunismo social
ESTILO DE MÚSICA - Rasqueado selou paz entre países
BAIRRO - Moradores do Porto cultivam nostalgia
Lei que criou bairro desobedeceu a tradição
FESTA - São Benedito é a festa preferida
Preparativos incluem eventos que resgatam atos tradicionais
SANTO DE DEVOÇÃO - São Benedito, o protetor da cidade
Devoção ao santo atravessa gerações inteiras
LUGAR - Mercado renasce como cartão postal
ESPORTISTA - Jorilda Sabino, a “Cinderela Negra”, sente saudades
TIME DE FUTEBOL - O Feminino extrapolou e virou Mixto
Filha do zelador do Dutrinha, Nhá Barbina tomou gosto pelo futebol
Time que esteve entre os melhores do Brasil hoje vive a decadência
ARTISTA - Nem morte faz Cuiabá esquecer Liu

FONTE - http://www.diariodecuiaba.com.br/especial2.php?cod=5

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

ATRATIVOS CULTURAIS - EDIFICAÇÕES ARQUITETURA RELIGIOSA - CUIABA

Igreja do Rosário e São Benedito
Caracterização: Igreja em estilo barroco, construída no século XVIII em 1722, é a mais antiga igreja existente em Cuiabá, foi construída por negros, servindo desde aquele tempo a expressão religiosa das camadas excluídas. E foi no entorno desta igreja que a Vila do Bom Jesus de Cuiabá se desenvolveu e tornou-se a atual capital do estado, Cuiabá.
            A igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito é um dos principais monumentos religiosos de Cuiabá. Ela é um dos marcos de fundação da cidade, tendo sido construída em adobe. Sua fachada, de grande simplicidade, é típica do estilo colonial brasileiro, e esconde a decoração rococó nos altares do interior, com rica talha dourada.
O primeiro prédio era uma capelinha de taipa de pilão, que arruinou-se com o tempo, restando uma das paredes, e a partir desta foi erguido um templo maior. Quando a catedral de Cuiabá foi reformada, ainda no século XVIII, seu altar-mor foi transferido para a Igreja do Rosário e ali permanece até hoje. Nos anos 20 o prédio passou por modernizações sendo adicionado um arremate neogótico ao campanário. Foi restaurada nos anos 80, removendo-se os acréscimos espúrios, reconstituindo-se o aspecto primitivo. É um edifício tombado pelo Estado do Mato Grosso e pelo IPHAN. Recentemente passou por nova restauração, estando em excelentes condições. A nave é única e as paredes são desprovidas de adornos. O piso é de madeira e tem três níveis: o da entrada, mais baixo, era ocupado pelos escravos; o intermediário, pelo povo comum, e o mais alto, junto ao altar, era reservado para o clero e os senhores de posses. Acima da entrada existe um coro de madeira, e nas paredes laterais da nave sobressaem tribunas e um púlpito entalhado.
Ao fundo da nave existem dois imponentes altares rococó, e na capela-mor também o trabalho de talha do retábulo, o mais antigo do Estado, é de grande qualidade e riqueza, com nichos laterais para estatuária e um fundo nicho central para a imagem da padroeira, entronizada sobre um pedestal escalonado, ladeado de colunas salomônicas e arrematado por um baldaquino e frontão.
É nesta igreja que acontece todos os anos a tradicional Festa de São Benedito, que reúne milhares de fiéis devotos do Santo, em um ambiente que envolve, oração, fé, gastronomia e cultura.

Informações complementares:
Nome oficial: Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito
Nome popular: Igreja de São Benedito
Endereço: Rua São Benedito, 145 – Lixeira
E-mail: paroquia.rosario@terra.com.br
Telefone/fax: (65) 3322-5473/ 3322-3677/ 3623-6983
Horário de visitação: com agendamento
Valor: gratuito

Igreja Nossa Senhora do Bom Despacho
Caracterização: Anterior a atual igreja, o Morro do Seminário (antes conhecido como Colina do Seminário) teve uma primitiva capela, havendo menção de sua existência em anotações de 1740.
A Igreja de Nossa Senhora do Bom Despacho é uma igreja com características neogóticas. Sua concepção nasceu do encontro do Frei Ignácio Gau, com o engenheiro Georges Mousnier e Conde de Manoir, responsável pela edificação de vários templos na América do Sul. A idéia era a concepção de um estilo que evocasse as igrejas da França, país de origem dos idealizadores, projetista e construtores.
Em 8 de setembro de 1918, foi lançada a pedra fundamental do templo. Após algumas interrupções por falta de recursos e várias campanhas, em 1923 chegaram à Cuiabá, telhas e zinco para as calhas. O material veio da Bélgica. Em setembro de 1924 o templo foi coberto e tijolado, com a capela-mor e as duas capelas laterais terminadas.
Entre 1955 e 1956, D.Antônio Campelo de Aragão, bispo auxiliar de Dom Aquino, deu continuidade às campanhas realizando as obras necessárias à sua conclusão. A Igreja do Bom Despacho foi o primeiro bem imóvel tombado pelo governo do Estado de Mato Grosso, o que aconteceu no dia 13 de outubro de 1977.
            Tem-se a obra da igreja como inacabada. Falta-lhe a torre principal, como no estilo gótico das catedrais européias. Deteriorou-se ao longo do tempo, sofreu restaurações parciais, até que em 2004 passou por reforma.

Informações complementares:
Nome oficial:   Igreja Nossa Senhora do Bom Despacho
Nome popular: Igreja do Bom Despacho
Endereço: Rua General Mello, s/n - Morro do Seminário da Conceição
Telefone/fax: (65) 3321-2729
Para visitação é necessário agendar pelo telefone 9919-9935.

Catedral Basílica do Senhor Bom Jesus de Cuiabá (Igreja Matriz)

Caracterização: Quando, em 1722, Miguel Sutil descobriu ouro no Córrego da Prainha, o capitão mor Jacinto Barbosa Lopes levantou a Igreja do Senhor Bom Jesus de Cuiabá, que inicialmente era uma capela de pau-a-pique construída em taipa de pilão, em um altiplano, com a frente voltada para o Córrego Prainha, dessa forma, o espaço ocupado pela matriz se consolidou como referencial definitivo, passando a ser um espaço de representação de poder.
A igreja foi reconstruída e ampliada no período de 1739-1740 e posteriormente, em 1769, foi acrescentada uma torre ao templo. Sofreu alterações na fachada e na torre em 1868, conduzidas pelo arquiteto italiano, Tortorolli. Reformas no final da década de 1920 acrescentaram-lhe outra torre e profundas mudanças na fachada.
Depois de passar por todas estas metamorfoses, a catedral foi implodida a dinamite, em 14 de agosto de 1968. Uma perda irreparável para o patrimônio cultural mato-grossense. A justificativa mais freqüente do poder eclesiástico e das autoridades locais é que eram péssimas as condições físicas em que se encontrava o velho templo religioso. Mas a futura catedral basílica deveria ser erguida e o foi, no mesmo lugar onde fora erguida a primeira igreja do Senhor Bom Jesus. Sua inauguração ocorreu em 24 de maio de 1973 e a elevação a catedral basílica em 14 de novembro de 1974.
A atual catedral possui duas torres, vitrais e um relógio na fachada. O interior com cinco altares em talha dourada e policromada. Com dimensões avantajadas.
Benedito Calixto, arquiteto responsável pela obra, é o mesmo que construiu a face da basílica da Igreja de Nossa Senhora Aparecida. Os fundadores Miguel Sutil e Pascoal Moreira Cabral foram sepultados na cripta da basílica. A catedral de Cuiabá conserva no altar um dos maiores sacros da América Latina: a imagem do Bom Jesus.

Informações Complementares:
Nome oficial: Catedral Basílica do Senhor Bom Jesus de Cuiabá
Nome popular: Igreja Matriz
Endereço: Praça da República, Centro.
Telefone/fax: (65) 3321-2729
E-mail: basilica@terra.com.br
Horário de visitação: segunda-feira das 13:00 às 19:30 horas / terça-feira a sexta-feira das 06:00 as 19:30 / Sábados e domingos das 6:30 as 12:00 e das 15:00 às 21:00 horas
Valor: Gratuito

Santuário Nossa Senhora Auxiliadora
Caracterização: A história do Santuário Nossa Senhora Auxiliadora está ligada à Missão Salesiana, que chegou à cidade de Cuiabá em junho de 1894.
Dom Aquino Correa fez o lançamento da pedra fundamental e o início da construção do Santuário Nossa Senhora Auxiliadora aconteceu em 24 de maio de 1912.
O Santuário de Nossa Auxiliadora foi construído em estilo neogótico e é a única igreja da cidade que possui abobadas de aresta. Foi inaugurado em 15 de abril de 1929 e é o único Santuário no Centro Oeste brasileiro reconhecido pelo Vaticano.

Informações complementares:
Nome oficial: Santuário Nossa Senhora Auxiliadora
Nome popular: Igreja Nossa Senhora Auxiliadora
Endereço: Av Tenente Coronel Duarte, s/n
Telefone: (65) 3616-8114/3616-8117
Horário das missas: Sábado: 06h30 e 19h00
Domingo: 06h30; 08h00; 10h30; 17h00; 19h00
Valor: gratuito

Igreja Nossa Senhora da Boa Morte

Caracterização: A igreja foi construída em estilo barroco com traços neoclássicos, na primeira metade do século XIX (1810). Foi tombada como Patrimônio Histórico em novembro de 1987.
A história de Cuiabá registra que havia na cidade uma igreja dedicada a Nossa Senhora da Boa Morte, com três altares, pertencente à Irmandade dos Homens de Cor. No altar-mor, estava guardada a imagem da padroeira.
Aos poucos, foi se firmando a tradição de duas festas: 14 de agosto, festa de Nossa Senhora da Boa Morte, e 15 de agosto, festa de Nossa Senhora da Glória.
Criada a nova Paróquia Nossa Senhora da Boa Morte, a velha igrejinha assumiu a condição de igreja matriz, por ato administrativo de Dom Carlos Luiz D’Amour, bispo de Cuiabá, que nomeou Monsenhor Bento Severiano da Luz como primeiro vigário, em 03 de maio de 1905.
A instalação da Paróquia Nossa Senhora da Boa Morte se deu no dia 03 de Maio de 1905, com a presença do então Arcebispo de Cuiabá Dom Carlos Luiz D'Amour e várias autoridades e sacerdotes, entre os quais Frei Ambrósio Daydée, que foi o orador nessa solenidade.
A partir de 1940, os frades franciscanos estão atuando nesta paróquia. Frei Quirino Franz é deles o mais ilustre, conhecido em toda Cuiabá e redondeza.

Informações complementares:
Endereço: Rua Marechal Floriano Peixoto, N° 611, Bairro Quilombo
Telefone/Fax: (65)- 3321-2949- 3322-8838
E-mail: pnsboamorte@terra.com.br
Nome do Mantenedor/Organizador: Paróquia da Boa Morte de Cuiabá
Atendimento da secretaria: de segunda a sexta-feira, das 07h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30; aos sábados: das 07h30 às 11h30.
Grande Templo
Caracterização: Há 33 anos o pastor Sebastião Rodrigues lidera a comunidade evangélica da Igreja Assembléia de Deus em Mato Grosso. De apenas sete igrejas, em 1974, hoje já somam 2 mil em todo o Estado, com aproximadamente 150 mil fiéis.
         Destaque da atuação do pastor Sebastião foi a construção do Grande Templo, em Cuiabá. A construção, maior marco da igreja Assembléia de Deus no Estado. O maior espaço para eventos evangélicos de Mato Grosso, o Grande Templo, possui amplo espaço, com auditórios e salas, tem capacidade para 35 mil pessoas, sendo 22 mil sentadas.
É o maior templo da América Latina. Foi inaugurado em julho de 1996. A construção abriga cinco pisos e a área coberta do santuário é de 8.500 m². Trata-se de uma obra arquitetônica que, pelo formato redondo, a transforma em faraônica.
 No 1º piso, há três refeitórios. No 2º, funciona a Escola de 1º e 2º Graus Missionário Gunnar Vingren, com capacidade para até três mil alunos, a Faculdade Evangélica, o Projeto Aviva Música, salas administrativas, bibliotecas, auditórios, lanchonetes e ambulatórios da Sociedade Beneficente Evangélica.
O 3º piso é destinado ao Santuário em forma crescente através das arquibancadas. Congrega também a Livraria Cantares de Salomão, escritórios, a rádio Nazareno FM, que pertence à própria Igreja Assembléia de Deus, uma sala do jornal Mensageiro da Última Hora, a secretaria estadual de Missões e gabinetes pastorais.
No 4º piso estão creche e berçário, salão para vigílias, auditórios para reuniões e alojamentos. Já o 5º pavimento é reservado a alojamentos masculinos e femininos.

Informações complementares:
Endereço: Avenida Historiador Rubens de Mendonça s/n. CPA.
Tel: (65) 3901-7171 / 3644-3322
Horário de visita: Diariamente das 08:00 às 14:00.
Valor: Gratuito.
Nome Oficial:Grande Templo da Igreja Evangélica Assembléia de Deus.
Nome Popular: Grande Templo.
E-mail / site: não há.
Fonte: Apostila Guia de Bordo Cuiabá - Curso Guia de Turismo - IFMT Cuiabá 2011
Fotos: SEDTUR-MT

ATRATIVOS CULTURAIS - OBRAS DE ARTE - CUIABÁ

Marco do Centro Geodésico da América do Sul
Caracterização: A determinação geográfica do exato local onde se situa o Centro Geodésico da América d Sul se deve ao grande oficial do exército Brasileiro, Cândido Mariano Rondon, o Marechal Rondon, que em 1909 juntamente com seu ajudante, o tenente Renato Barboza Rodrigues, através de cálculos matemáticos, geográficos e astronômicos, confirmaram o local conhecido como Campo D’ourique, situado a 15º35’56” de latitude sul e a 56º06’55” de longitude oeste, tendo sido a localização geográfica reconhecida e confirmada oficialmente pelo serviço geográfico do exército brasileiro em 1975.
Durante a execução desse trabalho, o Marechal Rondon sempre mandava que se colocassem marcos por onde passava fundamentais para a localização posterior e certificação dos locais estudados. Essa é a causa, segundo o historiador cuiabano Marcos Pessoa, da confusão feita na atualidade com o marco encontrado na cidade de Chapada dos Guimarães. Mas de acordo com o centro geográfico do exército brasileiro, bem como os trabalhos originais do Marechal Rondon, o Centro Geodésico da América do Sul fica mesmo em Cuiabá.
O Campo D’ourique era o local em Cuiabá onde antigamente se castigavam os escravos, eram enforcados os condenados pela justiça e posteriormente passou a se realizar no local as famosas touradas cuiabanas.
Para marcar o local foi construído no ano de 1909 um marco simbólico de alvenaria pelo artesão Júlio Caetano onde foi gravado as coordenadas geográficas do local.
Fonte: Apostila "Guia de Bordo Cuiabá" do Curso de Guia de Turismo IFMT - Cuiabá 2011
Foto: SEDTUR-MT
Mais tarde foi erguido por sobre o marco original um obelisco de aproximadamente 20 metros de altura, todo revestido em mármore branco. Este obelisco foi erguido de forma a preservar o marco original, o qual se encontra hoje protegido por vidros.
Desde o momento da determinação do local como centro geodésico da América do Sul, houve a intenção da construção da sede do poder legislativo estadual, o que veio a se concretizar somente no ano de 1972, após um acordo entre a municipalidade, dona do local, e o governo do Estado.
Posteriormente, em 2005, quando houve a mudança da assembléia legislativa para sua sede nova no Centro Político Administrativo, a câmara municipal de Cuiabá reconquistou o local para o município, e atualmente, o antigo Campo D’ourique, atual Praça Pascoal Moreira Cabral abriga a sede do poder legislativo municipal.
Informações complementares:
Nome Oficial: Marco do Centro Geodésico da América do Sul
Nome Popular: Centro Geodésico
Endereço: Rua Barão de Melgaço - Praça Moreira Cabral - Centro
Nome do Mantenedor/Organizador: Câmara Municipal de Cuiabá
Telefone/Fax: (65) 3617-1500
Horário de visitação: livre
Valor: gratuito
 Bica da Prainha

Caracterização: O atrativo representa parte da história de Cuiabá, no período em que as bicas eram importantes para o abastecimento das casas, já que água encanada ainda não existia. É chamada de bica da prainha, pois está localizada às margens do córrego da Prainha. O monumento original sofreu modificações e hoje só há uma representação do local onde funcionou a bica.
Há uma escultura de peixe, com água saindo pela sua boca, porém não é original. Não há registros sobre as modificações do monumento. O local hoje é parte de empreendimentos comerciais privados e apenas uma parede onde funcionou a bica foi erguida, simbolizando o passado.

Informações complementares:
Endereço: Avenida Tenente Coronel Duarte Centro. Ao lado da Garagem Abdalla Mansur.
Horário de visita: 24 horas

 Chafariz do Mundéu
Caracterização: Está localizado na Praça Bispo Dom José, uma praça de grande valor histórico, localizada no centro de Cuiabá, é uma das mais antigas fontes de abastecimento de água da capital. A pouco tempo foi ocupado pelo terminal de integração de ônibus, mas já foi desativado e a praça revitalizada. O Chafariz do Mundéu é construído em estilo neoclássico. A construção teve início em 1871 e recebeu o nome do tradicional bairro onde fica localizado. O chafariz foi construído para serventia pública, por ordem do presidente da província Dr. Francisco José Cardoso Júnior. Captava os filetes das nascentes do córrego “Maranhão”, constituindo assim umas das mais antigas fontes de abastecimento de água da capital.            
Até 1910 o chafariz forneceu água à população do bairro e a do centro da cidade. Seu tombamento aconteceu pela portaria nº 32/79 D.O. 07/01/1.980.
Algumas possibilidades para o nome Mundéu: uma armadilha para caça, mas que no contexto da história de Cuiabá as versões mais cabíveis são: mundéu - antiga barragem para lavagem de ouro, muito comum nas minas de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso; ou também, expressão popular para grande quantidade, que no caso muita água um mundéu de água, que jorrava no chafariz.

Informações complementares:
Endereço:Avenida Tenente Coronel Duarte – Praça Bispo D. José.
Valor: Gratuito.
Nome oficial: Chafariz do Mundéu
Nome popular: Chafariz do Mundéu.

Monumento aos Bandeirantes
Caracterização: Foi edificado em 1969, durante as comemorações dos 250 anos de Cuiabá. A escultura presta uma homenagem aos pioneiros da cidade, com estátuas que representam os 3 elementos que contribuíram para a sua formação: o Bandeirante, que tem na mão um saco de pepita de ouro; o Índio, que sopra seu instrumento musical e o escravo cuja postura é uma alusão à lenda da Alavanca de Ouro.

Informações complementares:
Endereço: Avenida Coronel Escolástico, Bairro Bandeirantes.
Valor: Gratuito.

 Memorial Ulisses Guimarães
Caracterização: Encomendado pela prefeitura de Cuiabá, ao artista Nicolas Vlavianos. Vlavianos deixara Atenas, a cidade natal, em 1956, como pintor, mas o encontro com Paris, aos 27 anos, decidira-o pela expressão tridimensional. A exemplo de muitos outros artistas ali ativos naquele período, ele elegera o ferro como material de trabalho iniciando uma trajetória de diversificadas experiências culturais. Sua permanência na capital francesa encerrou-se em 1961, ano em que, vindo representar seu país na VI Bienal de São Paulo, decidiu radicar-se definitivamente no Brasil.

Informações complementares:
Endereço: Avenida Historiador Rubens de Mendonça – Em frente ao Shopping Pantanal.
Valor: Gratuito.
E-mail / site: Não há.

Memorial das Águas “Engenheiro José Luiz de Borges Garcia”
Caracterização: Inaugurado em 20 de Dezembro de 2007. O nome é em homenagem ao engenheiro José Luiz de Borges Garcia, um dos grandes nomes na luta pela implantação do sistema de abastecimento de água e saneamento básico em Mato Grosso, filho do ex-governador de Mato Grosso, Garcia Neto.
O memorial está localizado nas Estações de Tratamento de Água (ETA), situadas nas Avenidas Presidente Marques/São Sebastião, centro da capital. As duas ETAs respondem hoje por cerca de 60% do abastecimento da cidade, após receber a água bruta da ETA localizada no Parque Municipal “Dante Martins de Oliveira”, no Ribeirão do LIPA.
O Memorial traz os passos evolutivos da história da água na capital, moldado para se tornar um centro acadêmico de pesquisa e sede de eventos voltados a temas ambientais.
As obras do Memorial incluem: auditório com capacidade para 90 lugares; construção de caminhos nas ETAs para visitantes e alunos; quiosque-café-bar; fontes de águas simbolizando as bicas e fontes da Cuiabá antiga, com jatos tipo bolhas de champanhe e iluminação especial; laboratório de bacteriologia, entre outros.

Informações Complementares:
Nome oficial: Memorial das Águas “Engenheiro José Luiz de Borges Garcia”
Nome popular: Memorial das Águas
Endereço: Rua Presidente Marques s/n - Centro
Telefone: (65) 3023-7248 Cel: 8116-8119