PANTANAL

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Unemat lança dois livros sobre o Pantanal de Mato Grosso


 
A Unemat (Universidade do Estado de Mato Grosso), a Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso e a Universidade Federal de São Carlos lançaram, na noite desta segunda-feira (5), dois livros sobre a biodiversidade do bioma Pantanal.

O livro “Água, Biodiversidade e Cultura do Pantanal: Estudos Ecológicos e Etnobiológicos do Sistema de Baias Chacororé – Sinhá Mariana”, é organizado pela professora da Unemat, doutora Carolina Joana da Silva, e Jane Simoni. A obra “Paisagem, Biodiversidade e Cultura”, que contém textos e publicações com capítulos de alunos do doutorado em Ecologia e Recursos Naturais, foi desenvolvido por meio de convênio interinstitucional entre a Universidade Federal de São Carlos, Unemat e Fapemat.

Os lançamentos ocorreram no Centro Sebrae de Sustentabilidade em Cuiabá. Na próxima segunda-feira (12), as obras serão lançadas em Cáceres, no auditório do Bloco II da Cidade Universitária da Unemat, às 20h. A data foi escolhida como parte das comemorações do Dia do Rio Paraguaia, comemorado no dia 14 de novembro.

Além do lançamento das obras em Cuiabá e Cáceres, também haverá o lançamento em Tangará da Serra no dia 04 de dezembro, além de Barão de Melgaço e comunidades tradicionais,em março de 2013.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012



Origem do nome do Município de Cuiabá:
Há várias versões para origem do nome “Cuiabá”. Uma delas diz que o nome tem origem na palavra Bororó Ikuiapá, que significa “lugar da Ikuia”. Outra explicação possível é a de que Cuiabá seria uma aglutinação de Kuyaverá que em guarani significa “rio da lontra brilhante”. Por corruptela palavra aglutinação etimológica, virou Cuyaverá mencionado pelo padre Agostinho Castanares em sua carta de 1741. Depois em Cuiavá e finalmente Cuiabá.
Outros dizem que é "homem que faz farinha" ou "lugar onde se pesca", sem apontar de qual língua indígena derivam.

 Principais fatos históricos do Município.
Sobre a origem do nome do Município, diz Carlos Drumond concordar com os jesuitas, quando admitem ser o topônimo oriundo do tupi. Segundo ele, Cuiabá derivar-se-ia de Icúia, espécie de flecha para pesca, feita de cana brava e pá, partícula locativa: lugar, pouso. Icuiapá designaria, por conseguinte, lugar onde se faz alguma coisa.
O profundo conhecimento da língua indígena dá ao Padre Albisetti, a certeza de ser este o significado de Cuiabá: lugar em que os bororós costumavam pescar com a icúia.
A fundação da cidade é uma conseqüência do arrojo dos bandeirantes paulistas que, empenhados a princípio na captura de índios para os trabalhos da lavoura, e atraídos depois pelas minas de ouro e diamantes, vieram a desbravar os sertões brasileiros.
É incerto o nome do primeiro chefe bandeirante que visitou o Estado. Consta, no entanto, ter sido o valente Manoel Corrêa, seguido de outros não menos ousados, como Antônio Pires de Campos e Pascoal Moreira Cabral.
Segundo José Barbosa de Sá, na "Relação das Povoações de Cuiabá e Mato Grosso", foi Antônio Pires de Campos o primeiro a alcançar a chapada cuiabana.
Coube, porém, a Pascoal Moreira Cabral, imprimir novo rumo ao nomadismo bandeirante, quando, partindo de Araritaguaba, em 1716, teve conhecimento, através de Antônio Pires de Campos, da existência de aldeamentos de índios coxiponés. Arribou até o afluente do Cuiabá, a que denominavam Coxipó, em cujo leito descobriu, por acaso, o ouro, em meio aos cascalhos. Repentinamente transformou-se o "modus vivendi" dos bandeirantes, que não mais andariam exclusivamente à caça de silvícolas.
Mais tarde abandonaram o arraial, em que de início se estabeleceram, surgindo o da "Forquilha", com a sua primeira igreja, sob a invocação de Nossa Senhora da Penha de França. Celebrou a primeira missa o Padre Jerônimo Botelho.
‘           Nesse local, a 8 de abril de 1719, convocados os homens de bem, lavrou-se o têrmo de fundação do arraial, sendo Pascoal Moreira Cabral nomeado guarda-mor regente. Seguiu, na ocasião, para São Paulo, o Capitão Antônio Antunes Maciel, incumbido de levar as amostras do ouro encontrado ao Governador da Capitania, D. Pedro de Almeida Portugal.
A mudança de Cuiabá para o sítio atual se deve ao sorocabano Miguel Sutil de Oliveira, João Francisco Barbado e seus companheiros, que chegaram até à embocadura do córrego "Prainha" onde, guiados pelos aborígines, encontraram maior abundância do precioso metal. Estabeleceram-se nas fraldas da elevação de Nossa Senhora do Rosário, na "Lavra do Sutil", hoje Cuiabá, atraindo os moradores da antiga povoação.
O afluxo de gente a esse novo Eldorado foi extraordinário e, apesar das dificuldades de comunicação, espantoso foi o seu desenvolvimento. Tanto que, em 1° de janeiro de 1726, o Capitão-General de São Paulo, Rodrigo Cesar de Menezes, mandou erigir em vila o povoado, sob a invocação de Nosso Senhor Bom Jesus de Cuiabá.
Difícil se tornava à Capitania de São Paulo a administração dos distritos de Cuiabá e Mato Grosso, que foram por fim desanexados, por Alvará de 9 de maio de 1748, por força do qual se criava a Capitania de Mato Grosso e Cuiabá. Foi seu primeiro governador D. Antônio Rolim de Moura Tavares, que ali aportou em 1751, com a recomendação de transferir para Mato Grosso a sede do governo. Mais tarde, em 19 de março de 1752, foi erigida em capital a recém-fundada Vila Bela da Santíssima Trindade.
Dada a sua posição geográfica central, Cuiabá conservou sua hegemonia, apesar de destituída dos foros de capital. Elevada à categoria de cidade, em 17 de setembro de 1818, passou a Capital em 1825, porém, só em 19 de agôsto de 1835 foi confirmada a predominância política que historicamente lhe cabia. A sobrevivência de Cuiabá é verdadeiro milagre de resistência e combatividade do seu povo contra todos os fatores adversos que a empolgaram, até o advento da sua atual transformação em metrópole progressista.
Sua evolução sócio-econômica foi tolhida durante mais de um século por agitações internas e dificuldades de toda a espécie, das quais a menor era a distancia que a separava da capital do País. O problema de comunicação só foi solucionado em 1857, com a chegada do primeiro navio a vapor, sob o comando de Antônio Cláudio Soído. O programa da "Marcha para o Oeste", em curto espaço de tempo deixou suas marcas na cidade, que ganhou nova feição com a edificação de sua primeira avenida, a Avenida Getúlio Vargas e nela prédios destinados à administração pública, agências bancárias, hotéis e de lazer.
Na década de 60 Cuiabá continua a trajetória de crescimento, desta feita como o "Portal da Amazônia", principal pólo de ocupação da Amazônia meridional brasileira, constituindo hoje, a Grande Cuiabá, maior núcleo urbano do oeste brasileiro, com uma população total de cerca de 800 mil habitantes.
No final do século, completando 281 anos de fundação, Cuiabá preparou-se para passar por um outro grande surto de crescimento, com a implantação de sete mega-projetos: a ligação ferroviária com o Porto de Santos, a conclusão e pavimentação da rodovia Cuiabá-Santarém, a saída rodoviária para o Oceano Pacífico, a hidrovia do Paraguai, a Usina de Manso, a Usina Termoelétrica e o Gasoduto. Concluídos esses projetos, dada sua localização geopolítica estratégica no centro do continente, Cuiabá consolidou sua vocação a nível de continente, firmando-se como um dos mais importantes centros intermodais de transportes da América do Sul.
Hoje Cuiabá tem como principais atividades econômicas a indústria, o comercio a pesca, a agricultura onde se cultivam lavouras de subsistência e hortifrutigranjeiros. Devemos ressaltar para crescente mercado do Turismo, já que possui um bonito e típico artesanato com peças de cerâmica, redes, doces artesanais, licores e a viola de cocho, além de festas religiosas, ricas em folclore e tradição, como a de São Benedito, e igrejas como Nossa Senhora do Bom Despacho, replica da Notre Dame de Paris e o Santuário de Maria Auxiliadora, com estilo neoclássico que encanta os turistas.

Fonte IBGE     http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1


DADOS GERAIS DO MUNICÍPIO CUIABA

Dados Gerais do Município



 
Dependência Genealógica
O município de Cuiabá foi criado por Carta Régia.
Denominação dos habitantes
Cuiabanos.
População
530.308  habitantes (IBGE/ contagem 2010)
IDH
0,821  (SEPLAN/2000)
Eleitores
346.866  (TRE/2006)
Distritos
Sede, Coxipó da Ponte, Coxipó do Ouro, N.Sª. da Guia.
Limites
Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Santo Antônio de Leverger, Várzea Grande, Jangada e Acorizal.
Comarca
Cuiabá




 

 

 

 

 

 

 

 

 

Geografia
Altitude
165 m.
Extensão Territorial
3.538  km2 (IBGE)  3.224,68 km2 (Município)
Localização Geográfica
Mesorregião 130, Microrregião 534 - Cuiabá. Centro-sul mato-grossense.
Relevo
Planalto dos Guimarães, Depressão Paraguai, calha do Rio Cuiabá.
Formação Geológica
Testemunhos geológicos indicam a origem do município na Faixa Móvel Brasiliana, retrabalhada posteriormente. Coberturas Dobradas do Proterozóico, com granitóides associados. Grupos Paraguai e Cuiabá.
Bacia Hidrográfica
Grande Bacia do Prata. Contribui a do Cuiabá.
Clima
Tropical quente e sub-úmido. A precipitação média anual é de 1.750 mm, com intensidade máxima em dezembro, janeiro e fevereiro. Temperatura média anual de 24º C, sendo maior máxima 43º C, menor mínima 0º C.

Cuiabá, Cáceres e Chapada dos Guimarães na rota da 2º Expedição Interoceânica

Aos interessados a largada será de Santos, São Paulo, dia 15 de novembro e a chegada em Puerto Maldonado, dia 1º de dezembro.
O percursos de cerca de 10 mil quilômetros é o que será percorrido pelos participantes da 2º Expedição Interoceanica  - Brasil/Peru durante 18 dias de muito contato com o meio ambiente, aventura e adrenalina.
Assim promete o organizador da expedição Cassiano Marques de Oliveira que esteve em Cuiabá nesta quarta-feira durante o lançamento da maratona, que aconteceu no espaço Sebrae de Sustentabilidade, no Centro Político Administrativo com a participação do trade turístico.

Para Cassiano a experiência é única e convida quem tem interesse mesmo que não seja para participar de todo percurso, mas que faça parte dele que já será uma grande lição de vida. “São 26 belas cidades nos dois países que fazem parte da rota da expedição. A exemplo da Chapada dos Guimarães, daqui de Mato Grosso e o Vale da Colca, no Peru,  considerado o  cânion mais profundo do mundo. Vale a pena”, comenta ele.

Cassiano explica que em Mato Grosso o grupo irá passar no dia 17 de novembro em Chapada dos Guimarães, no dia seguinte Cuiabá e Cáceres e continuam o percurso via BR 364, BR 317 e Carretera Interoceânica – estrada concluída recentemente que interliga o Brasil ao Peru.

Durante a parada tanto em Chapada dos Guimarães quanto em Cáceres o grupo terá um ponto de apoio montado com portal e tenda infláveis, sendo cada um com mais de seis metros de altura. O detalhe é o balão de ar quente que realizará vôos cativos, com amarras sobre um determinado local. “Considerando que o balão tem altura de um prédio de 10 andares, o impacto no público em geral é muito grande”, alegra Cassiano.  

A secretária de Estado de Desenvolvimento do Turismo, Teté Bezerra, salienta que a expedição será a oportunidade de divulgar a Rota Pantanal, Amazônia, Andes Pacifico que esta em fase de conclusão pelos estados de Mato Grosso, Rondônia, Acre e o Peru, os Sebrae dos estados, Embratur, Ministério do Turismo, Trip/Azul linhas aérea e Pronperu. “É um desdobramento de um trabalho que já vem sendo construído há cerca de um ano que já começa a surtir efeito. Vamos aproveitar a expedição para divulgar a Rota e com isso trazer novas possibilidades de negócios e turismo a todos os envolvidos”, frisa a secretária.

Aos interessados a largada será de Santos, São Paulo, dia 15 de novembro e a chegada em  Puerto Maldonado, dia 1º de dezembro. O retorno e fim da expedição é 2 de novembro em Rio Branco, no Acre. Mais informações pelo blog expedicaointeroceanica.blogspot.com.br

Publicado em 25/10/2012
Fonte: MARICELLE LIMA VIEIRA - ASSESSORIA SEDTUR

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

TAXAS DE JUROS MENORES - PROJETOS TURÍSITICOS


Taxas de juros menores beneficiam financiamento de projetos turísticos

Medida valerá até o fim do ano, para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste

Brasília (DF) - As empresas do setor de turismo com interesse em financiar projetos localizados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste serão beneficiadas com redução de encargos financeiros para até 2,5% ao ano. Decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) baixou os juros das operações realizadas com recursos dos fundos constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO).

A Resolução 4.140, de 25 de outubro, estabeleceu as menores taxas de juros da história desses fundos. Proposta pelo Ministério da Integração Nacional, a redução teve apoio do Ministério do Turismo.

As novas taxas de juros vigorarão até 31 de dezembro deste ano. Durante esse período, os beneficiados poderão contratar operações de investimento com a taxa nominal de 2,94% ao ano, podendo chegar a 2,5%, se utilizado o bônus de adimplência de 15%, que incide sobre as prestações pagas em dia.

Nas operações para capital de giro ou custeio isolado, os bancos administradores desses fundos continuarão praticando as taxas de juros e bônus de adimplência anteriormente estabelecidos. Para esses empréstimos, a taxa varia de 5,74% a 8,5% ao ano, com bônus de adimplência e de acordo com o porte da empresa.

“Essa ação do Ministério da Integração estimulará, de forma decisiva, os empreendedores com interesse em iniciar ou ampliar o seu negócio no turismo”, afirmou o secretário Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo, Fábio Mota.
 
Fonte:Assessoria de Comunicação do MTur - 31/10/2012

OBSERVAÇÃO DE ONÇA NO PANTANAL



Jornal O Globo aborda observação da onça-pintada no Pantanal

Na edição desta quinta-feira (18) o repórter Fernando Quevedo do jornal O Globo conta sua experiência no Pantanal Matogrossense, na observação do maior felino das Américas: a onça pintada.
Sua reportagem é cheia de detalhes que envolvem emoções em estar a poucos metros do felino é somada há necessidade de narra para o leitor.
A observação de onça já é um produto turístico consolidado nas pousadas e hotéis do Pantanal que estão nos arredores da Transpantaneira.
Não deixe de conferir no site:  http://oglobo.globo.com/boa-viagem/safari-pantaneiro-em-busca-da-onca-pintada-6433604

Publicado em 19/10/2012
Fonte: Maricelle Lima Vieira - Assessoria Sedtur

ABAV 2012


Mato Grosso presente na Feira de Turismo das Américas no Rio de Janeiro

Mato Grosso presente na Feira de Turismo das Américas no Rio de Janeiro

No estande do estado que foi compartilhado com Goiás e Brasília pode-se conferir o que Mato Grosso tem de melhor
Durante uma semana Mato Grosso foi uma das vitrines da 40ª edição da Feira das América, promovido pela Associação Brasileira das Agências de Viagens – ABAV,  que aconteceu no espaço Rio Centro, no Rio de Janeiro de 23 a 26.10.
No estande do estado que foi compartilhado com Goiás e Brasília pode-se conferir o que Mato Grosso tem de melhor: as suas belezas naturais através de material de divulgação como folders, cartilhas e livro.

A servidora da Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Turismo, professora Leila Cunha conta que a durante os dias de evento o estande tinha sempre operadores, representantes de agencias de viagens de outras cidades e até países para conhecer o que o estado tem a oferecer.  “É uma experiência única de divulgar Mato Grosso. A Abav é conhecida por seu potencial nacional e internacional, é o local ideal para as empresas que buscam ampliar seus contatos com as operadoras e agentes de viagens como com outros setores e empresas do trade”, comenta ela.

Um dos pontos positivos da feira foi à oportunidade das 12 cidades sedes que irão realizar jogos da Copa do Mundo 2014 tiveram de apresentar suas potencialidades turísticas a operadores internacionais. Segundo Leila foram cerca de 35 operadores de várias parte do mundo que ouviram atentamente o que Cuiabá – Mato Grosso tem trabalhado para se consolidar como rota, seja antes, durante e o pós Copa. “Precisamos estar preparados para receber este público que vem com toda expectativa de conhecer e divulgar  o Pantanal, a Chapada dos Guimarães, Nobres – Bom Jardim, dentre outros lugares maravilhosos que temos”, completa Leila.

Para a secretária Teté Bezerra participar da Abav é uma grande porta de entrada. Durante a feira circulam milhares de operadores de toda parte do mundo. “Podemos vender o Estado durante quatro dias para todo tipo de agencias e operadores de viagem. É uma oportunidade única e não poderíamos ficar de fora”, finaliza a secretária Teté.
    

    
Publicado em 30/10/2012
Fonte: MARICELLE LIMA VIEIRA - ASSESSORIA SEDTUR